domingo, 1 de dezembro de 2013


     O livro  desperta a imaginação da criança  de forma lúdica, e pode ser um recurso pedagógico  que favorece a construção de conceitos  além de vivenciar de forma natural o processo de inclusão   Este é o primeiro dos livros da literatura infantil que utiliza recurso audiodescritivo favorecendo também criança de baixa visão ou cega.

SIMPLESMENTE DIFERENTE

Considerado o primeiro livro com audiodescrição destinado ao público infantil com deficiência visual, Simplesmente Diferente, de Monica Picavêa, surgiu da convivência da autora com pessoas com deficiência e também para que as filhas gêmeas dela encarassem essa relação como algo natural, compreendendo as diferenças e vivendo com elas.
Segundo Monica, este livro é de uma pessoa que “não tem ninguém na família com deficiência, para crianças que não têm deficiência, mas também para as que têm, enfim, para criar um mundo onde a inclusão seja uma coisa natural”. O livro, editado pela J.J Carol e pela Fundação Stickel, é uma coletânea de sete historinhas rimadas, inspiradas em pessoas reais e ensinam a enxergar a diversidade com mais naturalidade.
Apesar de vir acompanhada de um CD, Simplesmente Diferentenão deve ser confundido com um audiolivro. Neste caso, um narrador lê a história para outros. Na audiodescrição, todas as imagens são descritas de forma a serem compreendidas pelas crianças com deficiência visual. Ou seja, é feita uma descrição daquilo que compreendemos visualmente e que não está contido nos diálogos, como expressões faciais e corporais.
A ideia de usar a audiodescrição partiu da especialista Lívia Maria Villela de Mello Motta, ao perceber que Monica estava fazendo um livro sobre inclusão, onde a criança com deficiência visual poderia saber a história, mas não poderia ver. Além disso, de acordo com a autora, as ilustrações de Hugo Serra estavam ficando tão bonitas que era necessário ir além.
http://www.saudevisual.com.br/os-olhos/na-literatura/956-simples-diferente


domingo, 20 de outubro de 2013

SEQUÊNCIA DE UNIDADES -  um a nove           (10 unidades)
Um pouco de história: 
            A sequência de unidades um a nove é um jogo educativo adaptado do sistema milenar de contagem e pode ser utilizado desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental.

Objetivos:
             Construir quantidades numéricas, desenvolver a noção de quantidade de 1 a 9, a organização espacial, noções de seqüência e ordenação horizontal e vertical.

Descrição do material: 
            O material é composto de uma base onde há nove colunas, cada uma contém argolas de cores diferentes distribuídas de acordo com o número que a coluna representa.



Como utilizar: 
            O professor deve trabalhar inicialmente a ordenação das argolas, deste modo o aluno organizará sua percepção espacial enquanto trabalha sequências na vertical e na horizontal.

domingo, 15 de setembro de 2013

O PAPEL DO PROFESSOR DO AEE

PAPEL DO PROFESSOR DO AEE
                        O papel do professor do AEE, dentro da escola,  penso que ainda estamos estruturando estes espaços, qualificando, organizando  para atender  uma demanda significativa de alunos com deficiência física, surdos, cegos e com baixa visão, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades que necessitam de atendimento . Para isto é necessário que a Sala de Recursos Multifuncional   tenha recursos que facilite a vida acadêmica destes  alunos.
                         Uma das formas de organizar o atendimento e acompanhar o  desenvolvimento do aluno é o estudo de caso que permitirá desenvolver um plano do AEE onde  contribuirá  para a efetivação desta  aprendizagem. Neste,  é previsto objetivos, ações, materiais, parcerias, avaliação além de poder reorganizar  estas etapas previstas,  orientações às famílias e todos os profissionais da escola, envolvidos facilitando o processo de inclusão do aluno.

                         Para o aluno e família,  sem dúvida, é um grande avanço poder contar com este profissional dentro da comunidade escolar sendo um facilitador para alavancar as ações do aluno favorecendo o desenvolvimento  cognitivo, motor e social além de poder contribuir na construção da autonomia do aluno.

domingo, 8 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA
Encontrei este site e achei interessante a forma como é explicado e orientado  como utilizar o vocalizador, além disso, há indicação de onde encontrar as tecnologias.

É um recurso eletrônico de gravação/reprodução que ajuda a comunicação das pessoas em seu dia-a-dia. Através dele, seu usuário expressa pensamentos, sentimentos e desejos pressionando uma mensagem adequada que está pré-gravada no aparelho. As mensagens são acessadas por teclas sobre as quais são colocadas imagens (fotos, símbolos, figuras) ou palavras, que correspondem ao conteúdo sonoro gravado.
A maioria dos vocalizadores grava as mensagens digitalmente e a capacidade de gravação varia de um aparelho a outro. Encontra-se vocalizadores de apenas uma mensagem enquanto outros podem gravar centenas delas. Outra variável intrínseca a este equipamento é o tempo total de gravação normalmente distribuído entre as teclas de mensagem oferecidas no equipamento.
Em qualquer vocalizador o conteúdo gravado em cada célula é reconhecido através de figuras ou textos aplicados em pranchas de comunicação que ficam sobre as teclas. Quando a tecla de cada figura ou texto é pressionada, sua mensagem pré-gravada é imediatamente reproduzida e com volume ajustável.

vocalizador


Descrição de imagem:
Vocalizador retangular com vinte e cinco áreas de mensagens visíveis, onde estão símbolos gráficos. Cada área de mensagem ao ser pressionada emitirá uma mensagem de voz gravada anteriormente. Apresenta alça de transporte e botões de volume e troca de níveis.

BIBLIOGRAFIA
Texto  do site http://www.assistiva.com.br/ca.html

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Vídeo Help Desk na idade média/Rafinha 2.0

Ao assistir os vídeo, Help Desk na idade média, me fez ver, metaforicamente, o quanto estou ainda ingressando num contexto que, já está aí, organizado, e modificando a cada instante enquanto estou aqui produzindo este comentário.
Mas também percebo o quanto já assimilamos, aprendemos destas novas tecnologias de informação, em relação aos nossos pais, e esta geração que chega como visto no vídeo Rafinha 2.0, nos pega de surpresa, por terem uma tremenda plasticidade de construírem novas ferramentas e com facilidade de adaptação.
PRÁTICAS INSTITUCIONAIS E INCLUSÃO ESCOLAR MARIA EUGÊNIA NABUCO Psicóloga clínica do Centro de Atendimento Psicológico para Crianças e Adolescentes de Claye-Souilly e do Setor de Psiquiatria de Seine-et-Marne – França mariaeugenianabuco@noos.fr Aqui vemos expostas várias reflexões da autora onde ela visita diversos olhares de criadores que deram um siginificado à historia da humanidade, relacionando com o contexto político, social e, também, subjetivo do ser. Expõe suas idéias questionando a Educação especial e, nos leva a pensar sobre a Educação especial inclusiva de sujeito. Ela discorre sobre as questões que envolvem as políticas que define a educação e a educação que formata políticas onde as mesmas acabam construindo um enquadramento do ser, que apresenta disfunções que saem da normalidade, ou ainda, que estão longe do ser ideal que é idealizado. Nos chama atenção, sobre... “A armadilha nesse processo de regulação é visar à categorização arbitrária do que é singular, particular e subjetivo de cada ser humano, tenha ele de forma mais acentuada ou não "necessidades educativas especiais". Penso que é este cuidado que devemos ter em nossa prática que deve ser sensível acolhendo as diferenças, estabelecendo vínculos e criando educação.
Endereços da Internet
Políticas Institucionais e inclusão escolar  (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742010000100004&lang=pt)

Conquistas e dificuldades em ser aluno a distância

Reflexões e flexibilidade 
Estela Maris de Almeida Pedroso 
Porto alegre, 29 de abril de 2013. 
                      Quando verifiquei que havia sido contemplada com o curso AEE, Atendimento Educacional Especializado, à distância, me senti muito feliz por ter esta oportunidade de aprender e poder significar e resiginificar conhecimentos contribuindo com a sociedade de forma mais assertiva. Porém,  percebo os diversos desafios como de dominar ferramentas de acesso à informática, interagir num mundo virtual, garantir a comunicabilidade entre colegas e professor além de estruturar novos conhecimentos “linkando” com os já construídos. Penso que são desafios que serão vencidos com uma dinâmica metodológica que contemple além de conteúdos pertinentes ao curso, o acolhimento, a sensibilidade e a maturidade tanto do professor como de nós colegas. 
                             Também, outra variável significativa para o sucesso do curso é a questão do tempo pois muitas vezes pensamos que temos o tempo exigido para atender o curso à distância, porém nos surpreendemos quando nos deparamos com uma diversidade de nuances que nos afastam das 10 horas/ semanais, exigida pelo curso e, aquela energia ficou espaçada tendo que costurar a distância estabelecida. Então, o tempo deve ser percebido de forma consciente. E, outras vezes nos conectamos, estendendo e nos apaixonando por aquilo que lemos, fazemos, interagimos, construindo vínculos , ingressando assim, num labirinto sem volta e dando-nos conta, que as 10 horas semanais foram multiplicadas com imensa satisfação. 
                            Contudo tenho que ter a serenidade de saber que o processo está sendo germinado através das novas aquisições de saberes e, acreditar que as ações organizadas sejam prósperas, permitindo uma flexibilidade do meu andar com o de meu grupo, procurando obter uma melhor performance e desempenho nas atividades que serão proporcionadas podendo, assim colaborar com uma parte da sociedade sofrida e segmentada.