| PRÁTICAS INSTITUCIONAIS E INCLUSÃO ESCOLAR MARIA EUGÊNIA NABUCO Psicóloga clínica do Centro de Atendimento Psicológico para Crianças e Adolescentes de Claye-Souilly e do Setor de Psiquiatria de Seine-et-Marne – França mariaeugenianabuco@noos.fr Aqui vemos expostas várias reflexões da autora onde ela visita diversos olhares de criadores que deram um siginificado à historia da humanidade, relacionando com o contexto político, social e, também, subjetivo do ser. Expõe suas idéias questionando a Educação especial e, nos leva a pensar sobre a Educação especial inclusiva de sujeito. Ela discorre sobre as questões que envolvem as políticas que define a educação e a educação que formata políticas onde as mesmas acabam construindo um enquadramento do ser, que apresenta disfunções que saem da normalidade, ou ainda, que estão longe do ser ideal que é idealizado. Nos chama atenção, sobre... “A armadilha nesse processo de regulação é visar à categorização arbitrária do que é singular, particular e subjetivo de cada ser humano, tenha ele de forma mais acentuada ou não "necessidades educativas especiais". Penso que é este cuidado que devemos ter em nossa prática que deve ser sensível acolhendo as diferenças, estabelecendo vínculos e criando educação. |
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