| Ao assistir os vídeo, Help Desk na idade média, me fez ver, metaforicamente, o quanto estou ainda ingressando num contexto que, já está aí, organizado, e modificando a cada instante enquanto estou aqui produzindo este comentário. Mas também percebo o quanto já assimilamos, aprendemos destas novas tecnologias de informação, em relação aos nossos pais, e esta geração que chega como visto no vídeo Rafinha 2.0, nos pega de surpresa, por terem uma tremenda plasticidade de construírem novas ferramentas e com facilidade de adaptação. |
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Vídeo Help Desk na idade média/Rafinha 2.0
| PRÁTICAS INSTITUCIONAIS E INCLUSÃO ESCOLAR MARIA EUGÊNIA NABUCO Psicóloga clínica do Centro de Atendimento Psicológico para Crianças e Adolescentes de Claye-Souilly e do Setor de Psiquiatria de Seine-et-Marne – França mariaeugenianabuco@noos.fr Aqui vemos expostas várias reflexões da autora onde ela visita diversos olhares de criadores que deram um siginificado à historia da humanidade, relacionando com o contexto político, social e, também, subjetivo do ser. Expõe suas idéias questionando a Educação especial e, nos leva a pensar sobre a Educação especial inclusiva de sujeito. Ela discorre sobre as questões que envolvem as políticas que define a educação e a educação que formata políticas onde as mesmas acabam construindo um enquadramento do ser, que apresenta disfunções que saem da normalidade, ou ainda, que estão longe do ser ideal que é idealizado. Nos chama atenção, sobre... “A armadilha nesse processo de regulação é visar à categorização arbitrária do que é singular, particular e subjetivo de cada ser humano, tenha ele de forma mais acentuada ou não "necessidades educativas especiais". Penso que é este cuidado que devemos ter em nossa prática que deve ser sensível acolhendo as diferenças, estabelecendo vínculos e criando educação. |
| Endereços da Internet |
| Políticas Institucionais e inclusão escolar (http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-15742010000100004&lang=pt) |
Conquistas e dificuldades em ser aluno a distância
Reflexões e flexibilidade
Estela Maris de Almeida Pedroso
Porto alegre, 29 de abril de 2013.
Estela Maris de Almeida Pedroso
Porto alegre, 29 de abril de 2013.
Quando verifiquei que havia sido contemplada com
o curso AEE, Atendimento Educacional Especializado, à distância, me senti muito
feliz por ter esta oportunidade de aprender e poder significar e resiginificar
conhecimentos contribuindo com a sociedade de forma mais assertiva. Porém, percebo os diversos desafios como de dominar
ferramentas de acesso à informática, interagir num mundo virtual, garantir a
comunicabilidade entre colegas e professor além de estruturar novos
conhecimentos “linkando” com os já construídos. Penso que são desafios que
serão vencidos com uma dinâmica metodológica que contemple além de conteúdos
pertinentes ao curso, o acolhimento, a sensibilidade e a maturidade tanto do
professor como de nós colegas.
Também, outra variável significativa para o
sucesso do curso é a questão do tempo pois muitas vezes pensamos que temos o
tempo exigido para atender o curso à distância, porém nos surpreendemos quando
nos deparamos com uma diversidade de nuances que nos afastam das 10 horas/
semanais, exigida pelo curso e, aquela energia ficou espaçada tendo que
costurar a distância estabelecida. Então, o tempo deve ser percebido de forma
consciente. E, outras vezes nos conectamos, estendendo e nos apaixonando por
aquilo que lemos, fazemos, interagimos, construindo vínculos , ingressando
assim, num labirinto sem volta e dando-nos conta, que as 10 horas semanais
foram multiplicadas com imensa satisfação. Contudo tenho que ter a serenidade de saber que o processo está sendo germinado através das novas aquisições de saberes e, acreditar que as ações organizadas sejam prósperas, permitindo uma flexibilidade do meu andar com o de meu grupo, procurando obter uma melhor performance e desempenho nas atividades que serão proporcionadas podendo, assim colaborar com uma parte da sociedade sofrida e segmentada.
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