O livro desperta a imaginação da criança de forma lúdica, e pode ser um recurso pedagógico que favorece a construção de conceitos além de vivenciar de forma natural o processo de inclusão Este é o primeiro dos livros da literatura infantil que utiliza recurso audiodescritivo favorecendo também criança de baixa visão ou cega.
SIMPLESMENTE DIFERENTE
Segundo Monica, este livro é de uma pessoa que “não tem ninguém na família com deficiência, para crianças que não têm deficiência, mas também para as que têm, enfim, para criar um mundo onde a inclusão seja uma coisa natural”. O livro, editado pela J.J Carol e pela Fundação Stickel, é uma coletânea de sete historinhas rimadas, inspiradas em pessoas reais e ensinam a enxergar a diversidade com mais naturalidade.
Apesar de vir acompanhada de um CD, Simplesmente Diferentenão deve ser confundido com um audiolivro. Neste caso, um narrador lê a história para outros. Na audiodescrição, todas as imagens são descritas de forma a serem compreendidas pelas crianças com deficiência visual. Ou seja, é feita uma descrição daquilo que compreendemos visualmente e que não está contido nos diálogos, como expressões faciais e corporais.
A ideia de usar a audiodescrição partiu da especialista Lívia Maria Villela de Mello Motta, ao perceber que Monica estava fazendo um livro sobre inclusão, onde a criança com deficiência visual poderia saber a história, mas não poderia ver. Além disso, de acordo com a autora, as ilustrações de Hugo Serra estavam ficando tão bonitas que era necessário ir além.
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